quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O Evangelho e o problema da solidão dos homens



O homem moderno é um ser constantemente insatisfeito. Em geral os homens vivem por coisas, buscam prazer nas obrigações do trabalho, em pequenas conversas sobre assuntos do cotidiano e que muitas vezes tratam apenas de assuntos passageiros e que não trazem nenhum benefício próprio.

As pessoas sentem-se cada vez mais solitárias. Elas se casam todos os dias, começam novos relacionamentos ou sempre conhecem pessoas novas; no entanto, continuam sentindo-se sozinhas. Mas porque será que as coisas acontecem desta forma? Porque o homem moderno se sente tão solitário e cada vez mais distantes uns dos outros?

Tudo isso acontece porque os homens esqueceram da essência da vida a qual Jesus Cristo sempre abordou. A questão de valorizar as pequenas coisas, de amar o próximo, de amar a existência de cada novo dia, de viver uma vida de prazer no caminho que Deus criou para os homens.

Apenas quando os homens entenderem que o caminho da simplicidade expresso no amor de Deus é a solução para a solidão de suas almas, é que poderão ter uma vida preenchida por tudo o que é essêncial a vida. Apenas o amor de Deus e seus caminhos podem livrar os homens de toda e qualquer angústia existente em suas almas.

A cada dia as coisas irão piorar. A violência urbana, as injustiças sociais, as perseguições e tudo o que aflige a saúde do homem moderno só aumentarão. A única forma de os homens terem paz é voltando-se para o criador, o Deus criador de tudo e de todos e para assim desfrutarem de paz em meio as guerras.

Jesus Cristo é o Senhor! E é nEle que encontramos a melhor forma de nos encontramos e encontrarmos a Deus. ´E nEle que poderemos mudar a nossa vida e termos verdadeira paz quando valorizarndo aquilo que realmente pode nos dar a paz que tanto desejamos.



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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A esperança em Cristo Jesus nunca morre

Todos nós sabemos que existe um ditado bastante conhecido que diz: "a esperança é a última que morre!" Essa argumentação pode ter lá seu efeito positivo quando observamos que o ser humano tem como uma de suas principais característica, a força e vigor por lutar por seus objetivos até o fim. Até os últimos momentos de conseguir alcançar seus projeto.

Mas, por mais que a nossa força seja a princiapl arma para alcançarmos a vitória sobre nossos planos, nossa força é limitada, e quase insignificante para se conseguir qualquer coisa sem a ajuda do Deus misericordioso e criador de todas as coisas. Toda a esperança que está guardada e firmada em Deus jamais morrerá, e é baseado nisso que afirmo que a esperança para os que vivem em Cristo Jesus jamais morre!

No Evangelho, a esperança está bem mais relacionada com a futura glória que nos espera do que com as coisas deste mundo. Infelizmente vivemos em um tempo dominado pelo que é aparente, passageiro e com paz forjada. As pessoas querem ter tudo de imediato, e por isso já não trazem a suas memórias que a esperança em Jesus é a principal fonte de vida que o ser humano pode ter. A esperança em um Deus que já nos deu o seu melhor, que nos livrou da morte e nos sustenta todos os dias, ela de fato jamais morre.

Se você está vivendo em uma situação tão adversa, triste e aparentemente sem solução, a primeira coisa que você deveria fazer é firmar sua fé em Deus; ter a esperança de que Ele está a seu lado. Essa esperança não precisa ser firmada na ideologia de que Deus vai nos concede tudo o que queremos, pois ele nos outroga suas benãos apartir de sua graça e onisciência. Ele nos concede aquilo que necessitamos, e isso, para quem de fato acredita no Evangelho simples e eficaz já é suficiente.

Creia na Paz e no socorro que Deus tem para você, mas conscientize-se que a esperança jamais morre para os que acreditam no Senhor Deus. Firme sua fé em Deus e seu Evangelho, e não em coisas passageiras; desta forma, você terá paz em meio a guerra, e sua confiança em Deus será de uma qualidade jamais sentida.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Não morra de culpa por seus erros

Grupo Autos Louvores: Anseios


Essa bela canção composta pelo cantor Sérgio Lopes, nos leva a refletir sobre nossa vida e seus anseios. Ela tira de dentro de nós qualquer tipo de máscara que exista e nos impeça de mostrar de verdade tudo o que se passa dentro de nosso coração.

Nem sempre temos a coragem de revelar o que sentimos em nossos corações. As vezes, a angústia, o medo, o fracasso, o pecado, nos fazem viver com uma máscara difícil de ser removida. Nosso olhar repleto de incertezas, tenta buscar uma ajuda para alíviar a dor que aumenta com o fato de não saber em quem confiar.

Apenas a graça de Jesus e seu amor pode remover toda essa situação, apenas ela nos pode levar para uma vida de paz e verdade.

Apenas quando nos esforçamos, e Jesus sara todas nossas feridas, cuida de nossos traumas e medos, é que conseguimos viver intensamente tudo o que ele tem para nós. Até mesmo para voltarmos as primeiras obras precisamos dEle. Somos pó, falhos e pecadores, nossas vidas são cheias de anseios, desejos carnais, tentações que querem nos levar para um caminho distante dos caminhos que Deus trilhou para nós.

Portanto, se você está com sua vida arruinada, se tudo que você sonhou desabou como um castelo de areia, acredite nisto: Apenas Jesus pode restaurar tudo em sua vida!!! Não posso dizer que tudo o que você perdeu será restituído como muitos acreditam, no curso da vida, paga-se pelos erros cometidos e nem tudo que se perde é possível ter de volta. Mas sem dúvida, essa angústia que você sente, todo este desespero, pode acabar com a Paz que Jesus pode dar.

Não crucifique-se por conta de seus erros nem por conta de ninguém, não vale a pena, principalmente se for por conta de alguém que você considerava e amava muito. Saiba que, mesmo com todos os erros e anseios de sua vida Jesus ama você como se nada tivese acontecido; mesmo se você cometeu um erro digno de morte, ele te ama e perdoa você! Ele quer tirar essa angústia de seu coração, tudo o que você precisa fazer é acreditar nEle, pois Ele não te criou para que você vivesse em pleno sofrimento, mas te criou para viver a vida em toda sua intensidade.

Você precisa ter certeza de sua salvação, pois isso é o mais importante.

Creia nisso, ele tem o melhor para você. Seus erros, desejos e tentações nada são se comparado ao bem que ele deseja para você. Creia nisso.

No Amor de Cristo,

Matias Borba!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A promessa de amparo do Senhor

Não deixe de assistir o vídeo ao final do texto



“E sucedeu depois da morte de Moisés, servo do SENHOR, que o SENHOR falou a Josué, filho de Num, servo de Moisés, dizendo:

Moisés, meus servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel.

Todo o lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu disse a Moisés.

Desde o deserto e do Líbano, até ao grande rio, o rio Eufrates, toda a terra dos heteus, e até o grande mar para o poente do sol, será o vosso termo.

Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei.

Esforça-te, e tem bom ânimo; porque tu farás a este pode herdar a terra que jurei a seus pais lhe daria.

Tão somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares.

Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.

Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o SENHOR teu Deus é contigo, por onde quer que andares”.

(Josué 1: 1 – 9)

Assista mensagem do pastor Márcio Valadão:

sexta-feira, 25 de março de 2011

Ministério Koinonya - Ao Único (1986)



Sempre que ouço está linda canção lembro-me de minha infância e adolescência, quando aos meus 10 anos aceitei a Jesus como meu Salvador.

Há um enorme abismo entre músicas com este conteúdo para a maioria cantada nas igrejas atualmente.

Hoje em dia muitos cantores querem ficar apenas famosos, o foco mudou, e a fama e o desejo pelo poder que a mídia cantada trás tornou-se o dominador do coração de muitos.

Desfrute desta canção quantas vezes puder. São canções com este conteúdo que de fato nos fazem louvar em canções à Deus.

domingo, 6 de março de 2011

C.H. Spurgeon - O Novo Mandamento de Cristo




C.H. Spurgeon (1834-1892) era pregador, autor e editor britânico. Foi pastor do Tabernáculo Batista Metropolitano, em Londres, desde 1861 até a data de sua morte. Fundou um seminário, um orfanato e editou uma revista mensal chamada “Sword na Trowel”. Conhecido como “Príncipe dos Pregadores”, Spurgeon escreveu muitos livros e artigos, particularmente na área devocional. Deixou um legado de vida piedosa, marcada por um profundo amor ao Senhor Jesus Cristo e por dedicados esforços ara alcançar almas perdidas.



“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.” (João 13.34-35)

Sem dúvida, muitos de vocês já ouviram a história do encontro do arcebispo Usher com o Sr. Rutherford. Mas ela é tão apropriada a este assunto, que não deixarei de contá-la novamente.

O arcebispo tinha ouvido sobre o maravilhoso poder da devoção de Rutherford e da beleza singular da ordem de sua casa e quis testemunhar por si mesmo. Contudo, ele não sabia como fazer isso, até que lhe ocorreu que poderia disfarçar-se como um viajante pobre. Seguindo essa idéia, ao cair da noite, ele bateu à porta do Sr. Rutherford, sendo recebido pela Sra. Rutherford. Perguntou se poderia ter abrigo para passar a noite. Ele respondeu: “Sim”, visto que costumavam receber estranhos. Ele o levou á cozinha e lhe deu algo para comer. Como parte de sua disciplina regular, a família catequizava os filhos e os empregados no sábado à noite. E, como é evidente, o homem pobre ficou entre eles na cozinha.

A Sra. Rutherford fez a todos eles algumas perguntas sobre os mandamentos. Ao homem pobre perguntou: “Quantos são os mandamentos?” Ele respondeu: “Onze”. “Ah! que coisa feia para um homem de sua idade, cujos cabelos estão grisalhos: não saber quantos são os mandamentos. Em nossa paróquia não há nenhuma criança maior de seis anos que não saiba isso”. O homem pobre nada disse em resposta, mas teve a sua refeição e foi para cama. Mais tarde ele se levantou e ouviu a oração de meia-noite de Rutherford. E ficou encantado com ela, se deu a conhecer, emprestou dele um casaco melhor e pregou por ele no domingo pela manhã, surpreendendo a Sra. Rutherford por usar estas palavras como seu texto: “Novo mandamento vos dou”. Ele começou com a observação de que isso poderia ser apropriadamente chamado de Décimo Primeiro Mandamento. Depois, o arcebispo foi embora, mas ele e Rutherford se revigoraram juntos. Esse é o Décimo Primeiro Mandamento. Na próxima vez que nos perguntarem quanto mandamentos existem, responderemos corretamente: onze.

Por que esse mandamento é novo? Não está incluído nos dez? Vocês sabem que nosso Senhor aprovou o resumo dos Dez Mandamentos apresentado pelo escriba: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10.27). Então, como este mandamento – “que vos ameis uns aos outros” – é novo?

Ele é novo, primeiramente, na extensão do amor. Devemos amar nosso próximo como a nós mesmos, mas devemos amor nossos irmãos em Cristo como ele nos amou. Isso é muito mais do que amamos a nós mesmos. Cristo nos amou melhor do que amamos a ele. Cristo nos amou tanto que se entregou a si mesmo por nós, para que nenhum de nós diga: “Tenho de amar meu amigo, meu irmão, meu próximo como amo a mim mesmo”, mas para que interpretemos assim o mandamento de Cristo: “Devo amar meu irmão em Cristo como Jesus Cristo, que morreu por mim, me amou”. É um tipo de amor mais nobre em relação ao amor que temos de manifestar ao nosso próximo. Este é o amor de benevolência; aquele é um amor de afinidade e relacionamento íntimo. Envolve um grau mais elevado de sacrifício do que o recomendado pela lei de Moisés...

Ele é um novo mandamento porque está apoiado por uma nova razão. O velho mandamento estava amparado nesta declaração: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx 20.2). Os israelitas deviam obedecer à lei por causa da redenção que Deus havia realizado em favor de seu povo. Nós, porém, somos ordenados a amar uns aos outros porque Cristo nos redimiu de uma escravidão pior do que a do Egito, por meio de um sacrifício de valor mais elevado do que o oferecimento de miríades de cordeiros na Páscoa. “Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” por nós (1 Co 5.7).

Ele nos tirou do jugo de ferro do pecado e de Satanás, quebrando totalmente nossas cadeias. Nossos inimigos nos perseguiram, mas ele os destruiu no mar, no mar Vermelho. Cristo nos redimiu com o sangue de seu coração; por isso, seu novo mandamento nos alcança com o maior significado possível: “Assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros”. É um novo mandamento por causa da sua extensão e da razão na qual está apoiado.

É um novo mandamento também porque é um novo amor, procedente de uma nova natureza e envolvendo um nova nação. Devo, como homem, amar meu compatriota porque ele é homem. No entanto, como pessoa regenerada, tenho o dever de amar meus irmãos em Cristo ainda mais, porque eles também são regenerados. Os laços de sangue têm de ser reconhecidos por nós muito mais do que o são pelos não-regenerados. Esquecemos facilmente que Deus “de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra” (At 17.26). Por laço comum de sangue, somos todos irmãos. Todavia, amados, os laços da graça são muito mais fortes do que os de sangue. Se vocês já nasceram de Deus, são irmãos por meio de uma irmandade muito mais forte do que a irmandade natural que os capacitou a dormir no mesmo berço, mamar no mesmo peito; pois os irmãos segundo a carne podem separar-se eternamente. A mão direita do Rei talvez seja a posição atribuída a um deles, e a esquerda, a posição designada ao outro; mas os irmãos nascidos verdadeiramente de Deus compartilham de uma irmandade que durará para sempre. Aqueles que agora são irmãos em Cristo serão sempre irmãos.

Expressamos uma atitude deveras bendita quando somos capazes de amar uns aos outros porque a graça que está em nós vê a graça que está no outro e discerne nele, não a carne e o sangue do Salvador, mas uma semelhança com Cristo e ama o outro por causa de Cristo. Assim como é verdade que, se somos do mundo, o mundo ama os seus, assim também é verdade que, se somos do Espírito, o Espírito ama os seus. Toda a família dos redimidos de Cristo está unida por laços firmes. Sendo nós mesmos nascidos de Deus, estamos sempre procurando outros que foram “regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pe 1.23). Quando os achamos, não podemos deixar de amá-los. Entre nós há, imediatamente, um vinculo de união.. Vocês estão ligados a Deus. Portanto, devem ter comunhão com todos os que estão ligados a ele, quer gostem, quer não...

Amados irmãos, este é um novo mandamento porque é compelido por novas necessidades. Os cristãos devem amar uns aos outros porque são súditos de um Rei, que é também seu Salvador. Somos um pequeno grupo de irmãos em meio a uma vasta multidão de inimigos. “Eis que eu vos envio”, disse Jesus aos seus discípulos, “como ovelhas para o meio de lobos” (Mt 10.16). Se vocês são verdadeiros cristãos, não terão o amor dos mundanos. Não podem tê-lo. Eles os ridicularizarão e os chamarão de tolos, hipócritas ou algo igualmente desagradável. Então, apeguem-se mais uns aos outros. Em qualquer oposição que vocês enfrentarem de fora, permitam que ela os consolide em uma união mais firme [um com os outros]. Somos como uma pequena companhia de soldados, na terra do inimigo, cercados fortemente pelos vastos batalhões de inimigos; por isso, temos de permanecer juntos. Temos de ser como um único homem, unidos em comunhão íntima, como nosso grande Capitão nos ordena. Deus permita que o próprio fato de que estamos num país do inimigo resulte em tornar-nos mais completamente um do que temos sido!

Quando ouço um cristão achando erros em seu pastor, sempre admito que o Diabo encontrou alguém para fazer a sua obra suja. Espero que nenhum de vocês jamais seja encontrado a reclamar dos servos de Deus que estão fazendo o seu melhor para promover a causa do Senhor. Já existem muitos que estão prontos a achar erros neles...

Além disso, queridos irmãos, este mandamento é novo porque é sugerido por novas características. Em nosso próximo, pode haver algo amável; mas, em nossos irmãos em Cristo, tem de haver algo amável. Suponha que sejam pessoas recém-nascidas de Deus – de minha parte, não tenho uma visão mais bela do que a de uma pessoa recém-nascida em Cristo. Gosto de ouvir as orações daquele é recém-convertido. Talvez haja... enganos e erros na oração, mas isso não a destrói. Um cordeiro não bali exatamente no mesmo tom em que bali um carneiro. Contudo, um cordeiro é um objeto muito lindo, e qualquer um gosta de ouvir seus frágeis balidos. Há uma beleza nos cordeiros do rebanho de Cristo, assim como há nos carneiros adultos. Não há nada mais agradável a ser visto no mundo do que um crente envelhecido que viveu perto de Deus. Quão calmo é o espírito desse crente! Quando ele começa a falar sobre as coisas de Deus e a testemunhar sobre o amor de seu Senhor, quão encantador é o seu falar! Há muitas coisas lindas nos verdadeiros cristãos. Então, procurem encontrar as excelências deles, e não os seus defeitos. Se nós mesmos estivermos num estado de coração correto, é muito provável que admiraremos o que é bom nos outros... Há uma beleza em seus amigos que não há em vocês mesmos. Não fiquem sempre contemplando o espelho. Há vistas mais linda a serem contempladas. Olhe para a face de seu irmão em Cristo; e, quando vê nele algo da obra do Espírito, ame-o por causa disso.

Mais uma coisa: este mandamento é novo porque é uma preparação para perspectivas melhores do que as que desfrutamos antes. Nós, que cremos em Jesus, viveremos juntos no céu, para sempre; por isso, podemos ser bons amigos enquanto estamos neste mundo. Veremos uns aos outros com a mesma glória e nos ocuparemos, para sempre, em uma realização comum: a adoração de nosso Senhor e Mestre. A lembrança desta verdade deve remover muitas barreiras que agora existem em nossa sociedade... Pode também dar testemunho de que freqüentemente eu aprendo mais em uma hora de conversa com um homem piedoso do que aprendo de um homem instruído que conhece muito pouco as coisas de Deus. Nunca julgue os homens pelas roupas que eles vestem, mas pelo que eles são em si mesmos. É o coração do homem e, acima de tudo, a graça de Deus residente no coração desse homem que você e eu devemos valorizar e amar. Que Deus nos ajude a fazer isso!

Extraído de um sermão pregado no Metropolitan Tabernacle, em Newington, no domingo 4 de abril de 1875, reimpresso por Publications Pilgrim.



Traduzido por: Wellington Ferreira
Copyright©Editora Fiel 2011

Traduzido do original em inglês: Christ’s New Commandment, sermão de C. H. Spurgeon republicado na revista Free Grace Broadcaster de Chapel Library, edição 206.

Fonte: Editora Fiel, Revista Fé Para Hoje